<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8511790261868440207</id><updated>2011-10-24T15:36:50.468-02:00</updated><category term='Músicas'/><title type='text'>Algo Intrínseco</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://algointrinseco.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8511790261868440207/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algointrinseco.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Algo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>9</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8511790261868440207.post-3703519405818693392</id><published>2011-10-24T10:56:00.006-02:00</published><updated>2011-10-24T14:45:10.738-02:00</updated><title type='text'>Senhorzinho</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-eLeogvxmjAk/TqWRq42zz8I/AAAAAAAAADc/5LNGrfPhOsA/s1600/janela.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 207px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-eLeogvxmjAk/TqWRq42zz8I/AAAAAAAAADc/5LNGrfPhOsA/s320/janela.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5667095872118443970" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;.                    Outro dia me cansei. Peguei a canseira do tempo, que não para nunca. Deve estar velho, definhando, sem ter sequer ideia de quanto mais estará em curso... Meus joelhos recostaram e minhas costas repousaram no piso frio de tábua, que me acolhera com seu abraço duro. A paisagem se esforçava, mas era entediante: moveis novos, barulhos usuais, funções antigas, atualizando-se desnecessariamente. Meu umbigo parecia ser o centro do mundo, e embora estagnado eu parecera sentir o mundo girar em volta de meu próprio eixo... Como se me mostrasse, todo sardônico, que se eu parar, ele não para.&lt;br /&gt;.              Eu ignorei esse sinal (talvez nem fosse sinal), afinal, eu, ínfimo, não receberia recados do mundo. Em um suspiro, inalando um ar seco que quase me leva à tosse, fui fechando meus olhos. Meus cabelos balançaram tédiosos, e em pouco, o lençol que cobre a janela balançou-se violentamente. Um vento gelado serpenteou pelo cubículo que chamo de apartamento e meus cabelos emaranharam-se numa dança feroz.  Junto com o vento veio poeira, o barulhento urgir da cidade (que ascendia do chão de asfalto até minha janela, no décimo quinto andar), e uma envolvente névoa de algo estranho. Levantei-me sofridamente, ainda contra o forte vento, meu cabelo leonino (uma verdadeira juba), e segui em direção à janela. Três passos e já estava lá, esticando os braços para isolar a corrente de ar que entrava em meu apartamento. Minha força hercúlea moveu alguns poucos centímetros da janela, que rangeu estridentemente em resposta.&lt;br /&gt;.            Pareceu mais fácil me debruçar naquele pico e sentir o vento no meu rosto. Assim o fiz, e como acima do meu andar só há mais uma fileira de cubículos, vi um céu de cara fechada, que berrou para mim:&lt;br /&gt;.                  "Olha! estou vermelho como sangue, daqui a pouco chovo loucamente e sigo meu ciclo".&lt;br /&gt;.                  "Puta chuva", pensei.&lt;br /&gt;.                  Embaixo, as pessoas se desorganizavam num formigueiro e luzes, passos e pressas. À frente, no tupo dum prédio antigo e vertiginoso, um relógico gigantesto mostrava o tempo passando, incansável. Como que sussurrando às pessoas embaixo o que elas já viam em seus pulsos, em suas paredes, eu seus instintos: que estavam atrasadas. Pouco importa o para quê, mas estavam atrasadas.&lt;br /&gt;.             Minha janela tem vista para o mar. Para o mar de gente no chão, e para o mar de janela aos meus lados. Todas estavam fechadas com cortinas toscas ou suntuosas, algumas luzes acessas me mostravam os vultos das pessoas indo e vindo em seus lares... Me pergunto se são conformadas com o fado. Mas as pessoas faziam seu jantar, abraçavam seus filhos, beijavam seus namorados, seus espelhos... As pessoas seguiam, para o destino que montam (o que pode não ser um centímetro a frente de onde estão), mas seguiam.&lt;br /&gt;.             Descendo o olhar para dois andares abaixo, notei uma janela aberta... As luzes do cubículo estavam apagadas, a cortina balançava com a força do vento e ao seu lado, um senhorzinho fixava seu olhar na rua. Seu corpo e sua fragilidade refletiam na sombra.&lt;br /&gt;.    Era um silêncio doloroso, mais pesado que o ronco dos ônibus, a buzina dos carros e as conversas transversais abaixo. Calava tudo! Calou o vento, que batia no meu rosto mais suave, sem urgir, como se tivesse absorvido a melancolia do homem. Seu olhar cansava, seu olhar pensava, seu olhar lembrava. Era como se olhasse para aquela rua e visse os carros antigos de seu tempo, as moçoilas de seu tempo, as crianças... Era como se tentasse respirar o ar mais puro de cinquenta anos atrás.&lt;br /&gt;.             Eu notara, de outros dias, que ele morava sozinho em seu apartamento que parecia ser ainda menor que o dos outros. E eu nunca o vira fazendo seu jantar, abraçando seus filhos, beijando suas namoradas ou seus espelhos. Imagino que seus espelhos, inclusive, não sejam tão carinhosos. Imagino que sejam secos, nada eufêmicos, ao contrário, hiperbólicos e absurdamente verdadeiros em suas hipérboles. O senhorzinho estava prostrado na janela escura, se confundindo com o escuro da noite, quase como se não existisse. Meu olhar preso à sua pose triste capturava também o enorme relógio sobre a cabeça de todos. Com seus segundos passando, ameaçadores. Sabe-se lá quanto tempo o resta, sabe-se lá o que conseguiu ou conservou. Sabe-se lá o que aquele olhar reserva e o que ele revela.&lt;br /&gt;.             Me inundei em pensamentos sobre a solidão, sobre a velhice e sobre o tempo. O tempo é irredutível. É herói e vilão e é quem leva e quem traz. Começou a serenar, e o sereno que molhava o meu rosto certamente molhava o do senhorzinho, estático ao relento. Mas o que esperava ele lá? Naquela posição e naquela exposição? Em sua idade isso pode ser fatal, mas ele parecia não ligar. Talvez estivesse absorto em seus pensamentos... Será que ele já tivere amores que pudessem o aquecer nesta noite fria? Será que já houvera abraços para o segurar? Será que ele espera haver?&lt;br /&gt;.             O tempo não está definhando. Ainda há muito a se fazer. Muito para se dar, para se tirar, para encantar, para cantar e para emudecer. Sempre estará em curso, infinito e indomável. Sem jamais se cansar. Como pudera eu ter ficado cansado por ter adquirido a canseira do tempo? O céu me lembrou de sua cor com um estrondoso trovão, e em segundos uma enchurrada estava varendo a cidade. O senhorzinho trancou sua janela e perdeu-se na escuridão de seu interior.     &lt;br /&gt;.        Meus pés se molharam, já que a chuva invadiu minha sala. Acordado, tranquei minha janela e o som abafou. Meu corpo só sentia a água gelada nos meus pés. E meu ouvido só ouvia o tempo, em seu ritmo inacabável e meticuloso me dizer que mesmo se eu cansar, ele passa.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8511790261868440207-3703519405818693392?l=algointrinseco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algointrinseco.blogspot.com/feeds/3703519405818693392/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8511790261868440207&amp;postID=3703519405818693392' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8511790261868440207/posts/default/3703519405818693392'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8511790261868440207/posts/default/3703519405818693392'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algointrinseco.blogspot.com/2011/10/senhorzinho.html' title='Senhorzinho'/><author><name>Algo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-eLeogvxmjAk/TqWRq42zz8I/AAAAAAAAADc/5LNGrfPhOsA/s72-c/janela.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8511790261868440207.post-3456989058252888938</id><published>2011-09-29T16:54:00.003-03:00</published><updated>2011-10-21T15:34:46.109-02:00</updated><title type='text'>Destino (música)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-hbWC8VNj3ko/TqGtI3PmJWI/AAAAAAAAADQ/i-EWuS8pwIg/s1600/pincel-na-estrada.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 221px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-hbWC8VNj3ko/TqGtI3PmJWI/AAAAAAAAADQ/i-EWuS8pwIg/s320/pincel-na-estrada.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5666000173988717922" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Me carregam pelos braços&lt;br /&gt;Tuas cordas invisíveis&lt;br /&gt;Qual peão em tabuleiro&lt;br /&gt;Tresloucado em facínio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corro por todos os lados&lt;br /&gt;Desenhados, compostos&lt;br /&gt;Inerrantes, multiversos&lt;br /&gt;Se eu crer cada perna é minha&lt;br /&gt;Meu pensamento é excurso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O suor sobre a tez cansada&lt;br /&gt;Híbrido ao orvalho do fado&lt;br /&gt;Estafado e interno falho&lt;br /&gt;Me desvio de teu punho&lt;br /&gt;Sem jamais sair do curso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me emaranho em casas marcadas&lt;br /&gt;Com meu nome nas calçadas&lt;br /&gt;Me esperando em braço aberto&lt;br /&gt;Para mim o que era incerto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Insone, descalso&lt;br /&gt;Escasso,&lt;br /&gt;Cada estrela já cansada&lt;br /&gt;Queima calma, eterna e alva&lt;br /&gt;A me dizer que o tino fino&lt;br /&gt;Que me leva é tal Destino&lt;br /&gt;Que as penas de minhas asas&lt;br /&gt;São lavadas em sua casa&lt;br /&gt;Que de minhas lentes o brilho&lt;br /&gt;São lustrados com exímio&lt;br /&gt;Pelas mãos murchas marcadas&lt;br /&gt;De um ourives infinito...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Hércules J. Mousinho&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8511790261868440207-3456989058252888938?l=algointrinseco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algointrinseco.blogspot.com/feeds/3456989058252888938/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8511790261868440207&amp;postID=3456989058252888938' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8511790261868440207/posts/default/3456989058252888938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8511790261868440207/posts/default/3456989058252888938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algointrinseco.blogspot.com/2011/09/destino.html' title='Destino (música)'/><author><name>Algo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-hbWC8VNj3ko/TqGtI3PmJWI/AAAAAAAAADQ/i-EWuS8pwIg/s72-c/pincel-na-estrada.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8511790261868440207.post-1747247010770971469</id><published>2011-04-08T01:20:00.003-03:00</published><updated>2011-10-21T15:38:35.787-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Músicas'/><title type='text'>Em Tudo Há (Música)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-nYxPSF_1uVE/TZ6QFEgu8KI/AAAAAAAAADE/pC0F19Ts8Q4/s1600/la%252520muerte.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 237px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-nYxPSF_1uVE/TZ6QFEgu8KI/AAAAAAAAADE/pC0F19Ts8Q4/s320/la%252520muerte.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5593066204025516194" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Olha lá!&lt;br /&gt;Quem é que vai gritar&lt;br /&gt;Uh la la&lt;br /&gt;Quando ela for chegar?&lt;br /&gt;E quem será&lt;br /&gt;Que vai regozijar&lt;br /&gt;Quando cantar&lt;br /&gt;Espectral soar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ilê aiê...&lt;br /&gt;Ilê aiá aiá...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Soturna quão&lt;br /&gt;Voo de carcará&lt;br /&gt;Pálida quão&lt;br /&gt;Espectral luar&lt;br /&gt;Dura quão chão&lt;br /&gt;Que nunca vai rachar&lt;br /&gt;Sem compaixão&lt;br /&gt;Pra com paixão levar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tudo que é...&lt;br /&gt;Em tudo há!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quem sonhar&lt;br /&gt;Embalde irá tentar&lt;br /&gt;Desvencilhar&lt;br /&gt;De seu mortal clamar&lt;br /&gt;Onipresente&lt;br /&gt;Espectral no ar&lt;br /&gt;De jovial&lt;br /&gt;Beleza trilenar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E paciente&lt;br /&gt;Senta pra jantar&lt;br /&gt;De marcas secas&lt;br /&gt;Faz seu caviar&lt;br /&gt;Rapina fina&lt;br /&gt;Prestes a voar&lt;br /&gt;Tão satisfeita&lt;br /&gt;Espectral fadar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tudo que é...&lt;br /&gt;Em tudo há!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um lá lá...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8511790261868440207-1747247010770971469?l=algointrinseco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algointrinseco.blogspot.com/feeds/1747247010770971469/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8511790261868440207&amp;postID=1747247010770971469' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8511790261868440207/posts/default/1747247010770971469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8511790261868440207/posts/default/1747247010770971469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algointrinseco.blogspot.com/2011/04/em-tudo-ha_07.html' title='Em Tudo Há (Música)'/><author><name>Algo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-nYxPSF_1uVE/TZ6QFEgu8KI/AAAAAAAAADE/pC0F19Ts8Q4/s72-c/la%252520muerte.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8511790261868440207.post-7588234607096175687</id><published>2010-10-11T02:05:00.003-03:00</published><updated>2011-10-21T15:39:37.705-02:00</updated><title type='text'>Elegância (Música)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_hHFzEpc2Cmk/TLKgigrAuqI/AAAAAAAAACo/aZ8prCEOx_o/s1600/sombras7.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 237px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_hHFzEpc2Cmk/TLKgigrAuqI/AAAAAAAAACo/aZ8prCEOx_o/s320/sombras7.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5526656207483353762" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Irei ao encontro da dor&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Trajando garbo e terno&lt;br /&gt;Nadando em sangue de amor&lt;br /&gt;Profuso sangrar eterno&lt;br /&gt;Você me intimou e eu fui&lt;br /&gt;Sem grunhir, um zumbi todo entregue&lt;br /&gt;Minhas pernas foram espinhal adentro&lt;br /&gt;Pisando, cortando, queimando&lt;br /&gt;Espectro etéreo&lt;br /&gt;Ruindo interno&lt;br /&gt;Falso belo em genética Gray&lt;br /&gt;Rosto errado soando brando&lt;br /&gt;De vitral anjo vivendo em inferno&lt;br /&gt;Desfilando, cambaleando&lt;br /&gt;Ruindo interno,&lt;br /&gt;Chegando falei:&lt;br /&gt;Olhe, não me importo,&lt;br /&gt;Aqui estão alcool e isqueiro&lt;br /&gt;O alvo e o faqueiro&lt;br /&gt;Mire com sua insensatez incerta&lt;br /&gt;Você me fez duro, não me fez pedra&lt;br /&gt;Crave, rasgue, não pare,&lt;br /&gt;Se assim lhe convier&lt;br /&gt;Piedade, hei clamar embalde&lt;br /&gt;Mas loucura vier&lt;br /&gt;Ao lado estão&lt;br /&gt;Algodão e a cura&lt;br /&gt;A linha e a agulha&lt;br /&gt;Se é pra morrer de amor, Amor&lt;br /&gt;Tal mortalha costura&lt;br /&gt;Irei qual amor eterno&lt;br /&gt;Mas com garbo e impecável terno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Ps: Isto é uma música&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8511790261868440207-7588234607096175687?l=algointrinseco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algointrinseco.blogspot.com/feeds/7588234607096175687/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8511790261868440207&amp;postID=7588234607096175687' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8511790261868440207/posts/default/7588234607096175687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8511790261868440207/posts/default/7588234607096175687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algointrinseco.blogspot.com/2010/10/elegancia.html' title='Elegância (Música)'/><author><name>Algo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_hHFzEpc2Cmk/TLKgigrAuqI/AAAAAAAAACo/aZ8prCEOx_o/s72-c/sombras7.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8511790261868440207.post-3725109634127313657</id><published>2010-05-23T18:42:00.000-03:00</published><updated>2010-05-23T19:56:34.074-03:00</updated><title type='text'>Motor</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_hHFzEpc2Cmk/S_mxqQiZWWI/AAAAAAAAAB0/wOGviUSRsxo/s1600/estrada-escura.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_hHFzEpc2Cmk/S_mxqQiZWWI/AAAAAAAAAB0/wOGviUSRsxo/s320/estrada-escura.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5474602161597405538" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Para, caralho!&lt;br /&gt;Para, carro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que estranho ir. Menos que ir, ser levado.&lt;br /&gt;Que estranho ser lavado.&lt;br /&gt;Ser tão alheio..&lt;br /&gt;Ter tão arreio..&lt;br /&gt;Quisera pisar no freio&lt;br /&gt;Só quisera&lt;br /&gt;Que falta, o pisar.&lt;br /&gt;O que falta?&lt;br /&gt;Falta acelerar?&lt;br /&gt;Dobrar, talvez...&lt;br /&gt;Guiar, em vez...&lt;br /&gt;Que exarcebo de confiança&lt;br /&gt;Bate o medo&lt;br /&gt;A cobrança&lt;br /&gt;Por que pagar sempre?&lt;br /&gt;Porque pagamos sempre.&lt;br /&gt;Desde sempre.&lt;br /&gt;Um tanto simples assim&lt;br /&gt;Tão simples quão tão vilão de mim&lt;br /&gt;Para, carro!&lt;br /&gt;Prestes, o fim&lt;br /&gt;Tão etéreo&lt;br /&gt;Jazindo em mim tão incerto&lt;br /&gt;Me esperando em paciencia&lt;br /&gt;Em tudo se há fim em latência&lt;br /&gt;Há embalde estrada&lt;br /&gt;Hei embalde em debandada&lt;br /&gt;Quisera quebrar o volante&lt;br /&gt;Quisera sair&lt;br /&gt;E viver andante&lt;br /&gt;Destoar, me fazer de ruido&lt;br /&gt;Enxergar sem aquele vidro&lt;br /&gt;Diáfano&lt;br /&gt;Queria estar mais distante&lt;br /&gt;Do carro&lt;br /&gt;Quisera ser só andante&lt;br /&gt;Arcar o escarro&lt;br /&gt;Queira pingar em mim,&lt;br /&gt;Chuva!&lt;br /&gt;Quem dera temporal!&lt;br /&gt;Correr&lt;br /&gt;E gritar&lt;br /&gt;E correr&lt;br /&gt;Sem motivo&lt;br /&gt;Sem motor&lt;br /&gt;Sem placas&lt;br /&gt;Sem fachadas&lt;br /&gt;Sem fechadas&lt;br /&gt;Sujar meus pés de lama&lt;br /&gt;Sujar meu nariz de lama&lt;br /&gt;Lambê-la&lt;br /&gt;Me embrenhar numa selva verde&lt;br /&gt;Pular todas as paredes&lt;br /&gt;Pisar em qualquer lugar&lt;br /&gt;Que não esse tapete&lt;br /&gt;Tão preto&lt;br /&gt;Tão opaco&lt;br /&gt;Tão chato&lt;br /&gt;Queria poder gritar&lt;br /&gt;Me rasgar em falsete&lt;br /&gt;Sorrir em quando o mundo dança&lt;br /&gt;Cortar o cinto de segurança&lt;br /&gt;Com os dentes&lt;br /&gt;Que estranho ser dormente&lt;br /&gt;Demente&lt;br /&gt;De mente tão fraca&lt;br /&gt;Empurra a faca&lt;br /&gt;E mente&lt;br /&gt;Sentado tão confortavelmente&lt;br /&gt;No encosto do carro&lt;br /&gt;No estorvo do carro&lt;br /&gt;Com preguiça imensa,&lt;br /&gt;Somente pensa:&lt;br /&gt;"Para, caralho&lt;br /&gt;Para, carro".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8511790261868440207-3725109634127313657?l=algointrinseco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algointrinseco.blogspot.com/feeds/3725109634127313657/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8511790261868440207&amp;postID=3725109634127313657' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8511790261868440207/posts/default/3725109634127313657'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8511790261868440207/posts/default/3725109634127313657'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algointrinseco.blogspot.com/2010/05/motor.html' title='Motor'/><author><name>Algo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_hHFzEpc2Cmk/S_mxqQiZWWI/AAAAAAAAAB0/wOGviUSRsxo/s72-c/estrada-escura.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8511790261868440207.post-4697364458175686287</id><published>2010-01-10T04:22:00.001-02:00</published><updated>2011-10-21T15:40:15.575-02:00</updated><title type='text'>Ponto (Música)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_hHFzEpc2Cmk/S0lyisiGuPI/AAAAAAAAABs/293j6hTJKtg/s1600-h/figura-estrela.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 374px; height: 227px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_hHFzEpc2Cmk/S0lyisiGuPI/AAAAAAAAABs/293j6hTJKtg/s320/figura-estrela.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5424993166539798770" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O quanto vale olhar o céu?&lt;br /&gt;E devanear às estrelas?&lt;br /&gt;Às vezes pode ser cruel&lt;br /&gt;Lanharmos ao vê-las&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E entender que somos assim:&lt;br /&gt;Tão ínfimos&lt;br /&gt;Frívolos quão ponto de cruz&lt;br /&gt;Tão lúcidos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas que há de convir a vileza&lt;br /&gt;Roubar de cada ponto um pouco de beleza&lt;br /&gt;Lograr da lucarna a candura&lt;br /&gt;Luminar fachadas amargas e escuras...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quanto vale olhar o céu&lt;br /&gt;E divagar ao luzeiro?&lt;br /&gt;Rabiscar a vida num papel&lt;br /&gt;Qual cometa ligeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ascender do chão em partida&lt;br /&gt;Na ilusão d'outro céu emerso&lt;br /&gt;Tingir de viver a vida&lt;br /&gt;Na extensão do universo&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8511790261868440207-4697364458175686287?l=algointrinseco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algointrinseco.blogspot.com/feeds/4697364458175686287/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8511790261868440207&amp;postID=4697364458175686287' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8511790261868440207/posts/default/4697364458175686287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8511790261868440207/posts/default/4697364458175686287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algointrinseco.blogspot.com/2010/01/ponto.html' title='Ponto (Música)'/><author><name>Algo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_hHFzEpc2Cmk/S0lyisiGuPI/AAAAAAAAABs/293j6hTJKtg/s72-c/figura-estrela.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8511790261868440207.post-8304877199424215012</id><published>2008-06-23T16:57:00.000-03:00</published><updated>2008-06-23T17:10:23.993-03:00</updated><title type='text'>A prova de que o cálculo é intrínseco</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_hHFzEpc2Cmk/SGAA7T6zohI/AAAAAAAAABY/QIFXp0fxmP0/s1600-h/ShowLetter.rapariga%2Blendo%2Blivro%2Bna%2Bpraiapicasso.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_hHFzEpc2Cmk/SGAA7T6zohI/AAAAAAAAABY/QIFXp0fxmP0/s400/ShowLetter.rapariga%2Blendo%2Blivro%2Bna%2Bpraiapicasso.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5215169387454243346" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O espaço que me dão para escrever já estava se findando quando eu decidi escrever outra coisa. Há um cálculo matemático ao lado, que meu senso de realidade julga ser superior a mim... Êpa! Mas ele é restrito. Ele está escrito e pronto! Ponto. Ele acaba... A tentativa dele é de me fazer errar, ele não está aqui para ser fácil. Ele fala da idade de jovens fictícios que tecnicamente me desestimulam.&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal"&gt;Tem gente queimando a cabeça, tem gente chorando por ele... Pode? Ele é passageiro e logo, logo vai ser amassado... E eu o julguei ser superior a mim... E ele não perdura! Como algo que não perdura pode ser superior a mim? Só se eu fosse tão descartável quanto este algo.&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;        &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Eu não ia falar do que vai aparecer aqui neste texto. Mas agora vou porque essas lágrimas ao meu lado me irritam! Que bom que as coisas mudam, as pessoas mudam. Mas só mudam se pensarem. Se eu não houvesse pensado o cálculo ainda estaria na minha frente. Mesmo sem perdurar... (rio sardonicamente enquanto escrevo isto).&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Agora o espaço destinado à minha batalha para resolver o problema, ou às minhas lágrimas (teoricamente), está todo rabiscado de pensamentos, estes, que superiorizam. Melhor negócio, não?&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;[...]&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Agora meus pensamentos de caneta azul já estão ladeando um cálculo que eu sei resolver facilmente. A vida me ensinou: basta olhar para a prova ao lado(sim, para quem ainda não notou, escrevo isto numa prova de matemática). AH, não pensem que eu sou vagabundo. Eu só gosto das entrelinhas, do ‘subentendimento’, sabem? Porque as mesmas mãos que escrevem pensamentos e fazem parte de mim, que ignoro os cálculos, tecem carapuças de todas as formas e tamanhos, as quais servem, inclusive para o que (ou quem) não tem cabeça.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i style=""&gt;À propósito, olhei outra questão do papel ao lado. E o positivismo das lágrimas que ladeiam a questão dos jovens (que me desestimulavam, lembram?), faz-me acreditar que eu (ela) acertei, pelo menos esta questão não está toda encharcada (outro riso sardônico).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8511790261868440207-8304877199424215012?l=algointrinseco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algointrinseco.blogspot.com/feeds/8304877199424215012/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8511790261868440207&amp;postID=8304877199424215012' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8511790261868440207/posts/default/8304877199424215012'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8511790261868440207/posts/default/8304877199424215012'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algointrinseco.blogspot.com/2008/06/prova-de-que-o-clculo-intrnseco.html' title='A prova de que o cálculo é intrínseco'/><author><name>Algo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_hHFzEpc2Cmk/SGAA7T6zohI/AAAAAAAAABY/QIFXp0fxmP0/s72-c/ShowLetter.rapariga%2Blendo%2Blivro%2Bna%2Bpraiapicasso.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8511790261868440207.post-7485198202610133957</id><published>2008-06-23T16:23:00.000-03:00</published><updated>2008-06-23T16:26:30.710-03:00</updated><title type='text'>Além do que não se vê</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_hHFzEpc2Cmk/SF_4xveYhcI/AAAAAAAAABQ/XW1fKpAUU8Y/s1600-h/dust.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_hHFzEpc2Cmk/SF_4xveYhcI/AAAAAAAAABQ/XW1fKpAUU8Y/s400/dust.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5215160426959504834" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Eu parei e olhei para o ar. Só isso: parei e olhei. Não vi nada. Mas sabia que havia algo ali. Muitas coisas, por sinal... Coisas pequenas... mínimas, na verdade. E achei curioso me ver flutuando por aqui e por ali, vi-me repousando nuns móveis velhos, em alguns novos. E até ri porque era engraçado ter isso na minha cabeça. A onipresença de algo tão material quanto eu era impossível e irremediavelmente patética.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Me vi no ar porque o que havia lá era igual a mim. Não totalmente igual, certo. Mas parecia muito comigo. Parecia bem mais do que alguém que esbarrou em mim hoje cedo ou do que alguém que possa vir a ler o que minhas mãos toscamente sugerem... Ah! E não se parecem pelo fato de serem ínfimos ou invisíveis... isso é óbvio demais (é, na verdade uma das poucas coisas que me tornam parecidos com você, ou com uma pedra... ou com a poeira que estava no ar junta aos microorganismos – macros de complexidade – que eu estivera olhando, mesmo sem ver, porque são interessantes)...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;             &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;                            &lt;/span&gt;[...]&lt;span style=""&gt;                     &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Ahh... que bom que a grandeza é definitivamente relativa (ao ponto de o lugar mais alto do meu pódio ser enfadonho, distante, ou típico para algumas pessoas que não me interessam muito)! E voltando àquilo que eu tentava ver no ar, eles não eram iguais a mim pela grandeza. Tampouco pelo tamanho, claro. Eu sei porque eles eram iguais a mim... Que besteira! Todo mundo sabe, mas se negam ao conhecimento trivial (ou temem: outra vez um abraço do orgulho).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Talvez a poeira e os microorganismos que não aceitam ser iguais a mim. Na verdade, na medida do impossível, devem ter vergonha dessa semelhança toda. Sim... vergonha de se parecerem com algo que possui a insensata modéstia de se julgar racional, vergonha da unilateralidade disso que nós somos. Nós pisamos num único plano. Não flutuamos como eles. E eles nem sequer têm asas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;O que há no ar sempre houve e sempre haverá. Sempre nos observaram e sempre nos observarão (enquanto estivermos por aqui). &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Não os observamos não somente por não conseguimos vê-los, mas por prejulgá-los.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8511790261868440207-7485198202610133957?l=algointrinseco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algointrinseco.blogspot.com/feeds/7485198202610133957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8511790261868440207&amp;postID=7485198202610133957' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8511790261868440207/posts/default/7485198202610133957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8511790261868440207/posts/default/7485198202610133957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algointrinseco.blogspot.com/2008/06/alm-do-que-no-se-v.html' title='Além do que não se vê'/><author><name>Algo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_hHFzEpc2Cmk/SF_4xveYhcI/AAAAAAAAABQ/XW1fKpAUU8Y/s72-c/dust.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8511790261868440207.post-5134440504197548017</id><published>2008-06-02T00:21:00.000-03:00</published><updated>2008-06-23T16:58:31.474-03:00</updated><title type='text'>A rua</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_hHFzEpc2Cmk/SENrMIy591I/AAAAAAAAABA/yxRdxhjYdQs/s1600-h/Blog_Iluminando%2Bas%2BRuas%2Bda%2BVida.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_hHFzEpc2Cmk/SENrMIy591I/AAAAAAAAABA/yxRdxhjYdQs/s400/Blog_Iluminando%2Bas%2BRuas%2Bda%2BVida.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5207123450434025298" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;    &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;É no ser da &lt;i&gt;rua&lt;/i&gt; aonde vemos o existir da vida. Quando não o vemos, sentimos. Sentimos sua vivacidade, sua ânsia por ser rua. E desejamos vontade de senti-la, tanto que constantemente fugimos do marasmo e vamos ao seu íntimo sedentos de vida... É na rua onde sentimos os ventos fugazes roçarem nossos pescoços... nos abraçarem ou nos acalentarem, ou nos arrepiarem! Porque o &lt;i&gt;vento-da-rua&lt;/i&gt; não é só nosso. É do transeunte ao lado também, e ele influencia em todo o vento-da-rua, deixando o seu cheiro acompanhando o cheiro do daquele logo atrás, depois o nosso, que pode ser só um para o para ele, ou pode ser um mais forte, mais cítrico ou mais doce. Às vezes ele vem zombeteiro despenteando algumas madames, por ventura derrubando os chapéus aprumados dos cavalheiros que se recusam a pegá-los ao chão, onde as pessoas que buscam a vida na rua pisam.&lt;u1:p style="font-family: arial;"&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;u2:p&gt;&lt;/u2:p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;u3:p&gt;&lt;/u3:p&gt;É na rua que o trânsito flui. Ou pára. É nela onde podemos ver o ir e vir, o ir e ficar, o ir e... ir. Podemos ver também os resquícios de natureza em seu mais verdadeiro e real contato com o homem: podemos vê-la sucumbindo. Vemos seres sendo atropelados, e vemos árvores caindo... E por cima dela, como num passe de mágica, surgem insetinhos ou passarinhos com uma semente no bico. Tenho consciência de que eles querem fazer crescerem mais árvores. Frutíferas ou não... quem anda pela rua sabe a importância. Às vezes são frutíferas e poderiam matar a fome de quem tem, mas são derrubadas antes de florescerem para dar mais espaço para outro carro que em breve entrará no tráfego.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;u3:p&gt;&lt;/u3:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;u2:p&gt;&lt;/u2:p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Às vezes eu tenho pena de quem passa de carro pela rua... Tão rápido que aquele passarinho vira somente um risco exânime visto pelo pára-brisa. Eu costumo andar devagar pela rua, espiando algumas sombras que compartilham a mesma vista comigo... só não mexo com as mais soturnas. Faço isso para o que há na esquina não me atingir tão fortemente. Mas temos que caminhar até ela, mesmo sem percebermos andamos para a esquina, estamos andando agora, e se tudo der certo, daqui a cinco minutos também estaremos indo.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;u3:p&gt;&lt;/u3:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;u2:p&gt;&lt;/u2:p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;[...]&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;u3:p&gt;&lt;/u3:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;u2:p&gt;&lt;/u2:p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;E quando já é tarde, e espero o sinal mudar de cor para atravessar a rua, eu fico olhando para o ar, esperando sentir o cheiro do vento-da-rua que há além das paredes que cresceram aos meus encalços. Eu pareço apenas estar em mais um apartamento sólido da cidade. Sinto saudades imensas e as lágrimas molham minhas olheiras... Eu fico, então, lembrando cada detalhe marcante da rua que já me parece distante. Lembro também de coisas que para mim não representam nada, é o que desencadeia o saudosismo... Por um instante até consigo relembrar os passos da moça grávida que acalentava uma barriga latente de tudo que possa haver na rua.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;u3:p&gt;&lt;/u3:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;u2:p&gt;&lt;/u2:p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;É... eu sinto sede de rua porque a vida já me resseca a garganta. O que me resta é esperar a incerteza do amanhã. Se houver rua, rirei.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;u2:p&gt;&lt;/u2:p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;u2:p&gt;&lt;/u2:p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8511790261868440207-5134440504197548017?l=algointrinseco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://algointrinseco.blogspot.com/feeds/5134440504197548017/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8511790261868440207&amp;postID=5134440504197548017' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8511790261868440207/posts/default/5134440504197548017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8511790261868440207/posts/default/5134440504197548017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://algointrinseco.blogspot.com/2008/06/rua.html' title='A rua'/><author><name>Algo</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_hHFzEpc2Cmk/SENrMIy591I/AAAAAAAAABA/yxRdxhjYdQs/s72-c/Blog_Iluminando%2Bas%2BRuas%2Bda%2BVida.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
